| Defesa Civil faz Choque de Ordem na Dutra e apreende carcaças e veículos abandonados |
A operação começou às 7h, quando o secretário Luiz Antunes e os agentes chegaram ao ferro-velho, na Via Dutra (pista sentido Rio). Imediatamente foram rebocados três veículos. Luiz Antunes frisou que na rodovia (no perímetro de Nova Iguaçu) existem cerca de 50 ferros-velhos. “Todos já foram notificados. Quem não obedece às normas sofre as sanções, pois os veículos, peças e carcaças que estiverem no passeio público serão levadas para o depósito municipal. “A repressão na Dutra aumentou e vamos para dentro dos bairros também. Quem teimar em obstruir o passeio público será punido”, advertiu o secretário. Durante a operação, além de carros velhos, os agentes encontraram também carcaças de Gol, Rural, Escort e Kombi, entre outros veículos. Luiz Antunes lembrou que muitos ferros-velhos da Via Dutra já se enquadraram e estão respeitando às normas. A operação, que é permanente, conta com o apoio de 80 agentes e 10 viaturas. Segundo Antunes, a CCR Nova Dutra (concessionária que administra a Rodovia Presidente Dutra) e a Polícia Rodoviária Federal elogiaram o trabalho da Secretaria e ofereceram ajuda para as próximas operações. |
A viúva do subtenente da Polícia Militar Rosemberg Hartt de Oliveira, de 50 anos, morto na noite de ontem, durante um assalto em frente à sua casa, na Rua Zair, bairro Vila Operária, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, contou que o marido foi morto com a própria arma, uma pistola. A arma foi pega por um dos bandidos, que decidiu revistar o PM. Amulher chegou a socorrê-lo, mas Rosemberg acabou morrendo em seus braços. A família aguarda liberação do corpo do policial no Instituto Médico Legal (IML) de Nova Iguaçu.
- Ele estava chegando em casa quando foi rendido. Entregou a moto, uma XRE Branca, mas um dos bandidos foi revistá-lo. Eram três. Dois pegaram a moto e um ficou no carro. Quando um deles viu que ele estava armado, atirou no peito dele. Ele me gritou, eu desci, mas não adiantou. Levaram tudo de mim - lamentou a técnica de Enfermagem Roberta Danielle Martins, de 30 anos, que vivia com Rosemberg há 12.
O policial estava há 25 anos na Polícia Militar e era lotado no 23º BPM (Leblon).
- Ele estava perto de se reformar e acontece uma coisa dessas - disse o irmão do policial, Roberto Hartt de Oliveira, de 59 anos.











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